quarta-feira, 31 de maio de 2017

Educar com cinema


Sexta-feira, 26 de maio, aconteceu mais uma sessão de “Educar com Cinema”. Devido às condições climatéricas, a sessão não pôde realizar-se ao ar livre e o auditório da escola sede voltou a ser o palco de mais uma noitada de cinema. Desta vez, o Cineclube de Joane, parceiro do AEG, propôs o filme The General (Pamplinas Maquinista, EUA, 1927, 75 minutos) dos realizadores Buster Keaton e Clyde Bruckman.


sexta-feira, 19 de maio de 2017

Moita Flores na Escola D. Maria II

O escritor Francisco Moita Flores desloca-se à Escola Básica D. Maria II, no dia 25 de maio, para falar da sua obra e conversar com os utilizadores da biblioteca escolar sobre a sua obra e a importância da leitura.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Alunos da Benjamim vencem no concurso "Uma Aventura Literária... 2017"

A Tempestade

A tempestade forte e inesperada
que vem arrombar a porta da minha casa
entra com fúria,
mas não sai com facilidade.

Às vezes faz inundações,
outras faz explosões
e faz as coisas voar
como gaivotas no ar.

Foi com este poema que os alunos José Gonçalves e Simão Azevedo do Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado venceram o 3º prémio do concurso "Uma Aventura... Literária 2017", na categoria de Texto Original - 3º Ciclo.

Alunos de Ribeirão brilham em "Uma Aventura Literária"

Três alunos do 8ºB participaram no concurso com um trabalho coletivo de texto original e conquistaram o primeiro lugar.


domingo, 14 de maio de 2017

Pensamento do mês


Padlet

Na reunião mensal do Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Famalicão trabalhou-se a ferramenta Padlet - é uma aplicação da Internet que permite criar projetos e desenvolver atividades colaborativas.


Tutorial I


Tutorial padlet from

Tutorial II

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Exposição "Objetos do Mundo"

O grupo de História, no âmbito da Semana das Humanidades, realizou uma grande exposição, na biblioteca, subordinada ao tema "Objetos do Mundo". Pretendeu-se dar a conhecer o Mundo para lá do nosso mundo (o português), o mundo não tangível a muitos, proporcionando novos olhares num espaço aberto pelos portugueses no longínquo século XV. Cada objeto representa a história de um povo, de uma cultura, de uma nação, com a qual nos cruzamos no passado e que no presente queremos evocar. Evocar as nossas tradições e a dos outros, pois foram os portugueses que deram a conhecer ao mundo novo Mundo, novos povos, nova fauna, nova flora, novas culturas... Os portugueses foram os primeiros grandes promotores da INTERCULTURALIDADE.


quarta-feira, 10 de maio de 2017

Autorretratos

Reportagem fotográfica ao cuidado do nosso colega Acácio Sanches, sobre os trabalhos presentes na Biblioteca D. Maria II 😉 Obrigada!

 

terça-feira, 21 de março de 2017

O Famalicão a ler em artigo de opinião

Opinião – Francisco Cantanhede – Famalicão a ler

Vamos por partes. Após algumas reportagens em canais televisivos sobre «corrupção nas escolas», um semanário noticiou que o Ministério da Educação vai proibir a oferta de manuais escolares aos professores dentro do recinto escolar. Em primeiro lugar, é de lamentar que se generalize que as editoras corrompem os professores, pois, admitindo que em cada cem docentes há um que se deixa corromper, noventas e nove recusam cometer tal ato; por outro lado, oferecer um manual a um professor, principal instrumento de trabalho na sala de aula, é considerado corrupção? Oferecer uma caneta a um jornalista, será um ato de corrupção? Se assim é, aguarde-se reportagem televisiva sobre assalto à escola, assalto ao jornal…. Eu pecador me confesso, pois já ofereci manuais, romances históricos a amigos, convicto que oferecer um livro é a melhor oferta. Haja bom senso e bom gosto! Claro que o Ministério da Educação teria de tomar alguma medida, perante o chinfrim feito na comunicação social, contudo, imagine-se que se decretava a proibição de os banqueiros oferecerem dinheiro a políticos dentro dos seus gabinetes; que se decretava a proibição de autarcas entrarem nos escritórios de construtores civis… Estas medidas acabariam com a corrupção? Obviamente que não. Se, por exemplo, uma editora pagou viagens a professores, então, pode falar-se de corrupção, logo há instituições para investigarem tais atos, nomeadamente a polícia judiciária. Provado ato ilícito, que a justiça tenha mão pesada, quer para com o corruptor quer para com o corrompido, mas se a árvore estiver doente, não se abata a floresta. Recorde-se, alerte-se que sempre que a comunicação social contribuir para denegrir a imagem do professor, está também a ser responsável para o aumento da indisciplina na sala de aula, principal problema que atualmente afeta as escolas portuguesas. É a ausência de ética e de moral que abre a porta à corrupção; logo esta combate-se através de um modelo educativo que promova uma educação humanista, a educação para a cidadania, a interiorização de valores universais, caminho defendido pela atual equipa dirigida por Brandão Rodrigues. Deseja-se que esse caminho se comece a construir o mais rapidamente possível. Quanto à comunicação social, sugere-se que contribua para que todo o Portugal siga o exemplo de Famalicão.

Retirado daqui 

Dia Mundial da Poesia