segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mês da Biblioteca Escolar


Alunos do 5ºano realizam Bibliopaper

A equipa da Biblioteca Escolar convida os novos alunos a descobrirem este mundo fantástico. A visita consta de um Pedipaper onde todos recebem pistas que os levam ao encontro dos livros e das regras da biblioteca

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ecos do 2º Encontro - Partilha de Boas Práticas

"Num tempo acelerado que confunde o saber com o clique, as bibliotecas continuam a ter o seu papel, lembrou ontem, em Vila Nova de Famalicão, a coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Teresa Calçada.

Teresa Calçada, que falava na abertura do 2.º Encontro do Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares, afirmou que, paradoxalmente, pode parecer que é preciso ler menos porque a informação está ao alcance de um clique, mas é preciso potenciar a informação em conhecimento.
As novas tecnologias - de que já não se pode prescindir - devem ser “potenciadas e criticadas para que o utilizador seja mais leitor” sustenta aquela responsável, que acredita que a “colaboração entre as bibliotecas públicas e escolares melhora as condições para chegar a essa desiderato”.
As bibliotecas são “instrumentos na capacitação de alunos, professores e famílias para a mais-valia da leitura” apontou.
A coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares sublinha que “os leitores não estão feitos, fazem-se” e, na sociedade da informação, “temos que fazer leitores competentes".
Ontem, na Biblioteca Municipal Camilo Castelo Branco reuniram-se professores e serviços de apoio às bibliotecas escolares com o intuito de partilharem boas práticas.
Em Vila Nova de Famalicão, foi mesmo constituído, no início deste ano, um Grupo de Trabalho das Bibliotecas do concelho.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, Ricardo Mendes, realçou a importância do serviço de apoio às bibliotecas escolares.
“Cada vez mais é necessário um esforço para continuar a fomentar o gosto pela leitura, porparte dos mais novos e dos menos novos” afirmou Ricardo Mendes.
O representante do Município assegura que “em Famalicão os espaços são dignos e apropriados para fomentar esse gosto”, aproveitando para dar conta do “grande esforço feito pelo município a nível de equipamentos culturais”.
Actualmente, 26 bibliotecas escolares de Famalicão integram a rede nacional, referiu o coordenador interconcelhio, António Pires.
Fonte: blogue RBE e Correio do Minho

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Mês da Biblioteca Escolar

Lançamento do livro


Assinalando o mês da Biblioteca Escolar, duas turmas do 4ºano, da escola de Santa Ana,em Ribeirão, encontraram-se na Biblioteca da escola sede com os escritores Ana Paula Figueiredo e Pedro Emanuel Figueiredo para abordar a temática da alimentação saudável.
O encontro foi no dia 7 de Outubro, às 9 horas.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Caminho das Letras


O Caminho das Letras é um novo sítio lançado este mês, pelo Ministério da Educação, para estimular a aprendizagem da leitura em crianças.
Aqui encontram um universo mágico para imagens, textos e sons destinados a fazer nascer a curiosidade pelas letras, pelas palavras e pelos textos.
Este sítio resultou de uma parceria entre o Programa Nacional de Ensino do Português, Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas e Plano Nacional de Leitura.

O sítio de acesso: http://e-livros.clube-de-leituras.pt/cdl/

sábado, 5 de setembro de 2009

A gripe A e a biblioteca


As possíveis repercussões do surto de Gripe A - 2009 nas escolas e famílias, nomeadamente o absentismo, em maior ou menor dimensão, de professores, alunos e funcionários, implicam a elaboração de um Plano de Contingência por parte dos estabelecimentos de ensino, através do qual possam responder adequadamente às diferentes fases da pandemia, prevenindo e minorando os seus efeitos sobre as actividades escolares.
É fundamental que o Plano de Contingência da escola/agrupamento defina claramente o papel da biblioteca e as acções a realizar, quer em termos de informação e prevenção, quer na promoção de actividades pedagógicas a desenvolver em situação de crise, com relevo para actividades a distância, tanto mais que de acordo com as orientações da Direcção Geral da Saúde (DGS) para as escolas «É de equacionar a possibilidade de utilização do teletrabalho».

Documentos disponíveis em: www.rbe.min-edu.pt/np4/97

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Venda de livros, em Portugal, continua a bom ritmo

A compra de livros em Portugal manteve-se estável no primeiro semestre de 2009, apesar da crise económica mundial e de "alguma contenção inicial na edição", segundo a avaliação da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).

Rui Beja, presidente da APEL, entidade que representa mais de 200 associados, referiu à Agência Lusa que "nos primeiros meses do ano, as vendas foram até superiores às do ano passado na maioria" das livrarias.

"Não se pode dizer que a crise global tenha afectado o sector do livro. Neste sector vive-se uma situação anormal", comentou o responsável pela instituição mais representativa nesta área, a nível nacional.

"Há editores que [por causa da crise económica do país] decidiram fazer alguma contenção inicial na quantidade de títulos a publicar, para ver como as coisas corriam, e depois voltaram ao nível habitual. Mas quase a generalidade manteve os mesmos níveis", indicou o responsável.

Rui Beja estima que o número de títulos editados em Portugal até ao fim de 2009 deverá situar-se entre 12 a 14 mil, "como tem acontecido nos últimos anos".

As explicações para este cenário, segundo Rui Beja, estão nas características e comportamento próprio do sector do livro: "as flutuações no sector não têm uma relação directa com uma crise económica. Normalmente têm mais a ver com os títulos que se publicam e com os autores", salienta.

Os períodos em que se vendem mais livros em Portugal são os meses de Verão, no Natal e nas feiras do livro de Lisboa e do Porto, que, recordou o responsável, obtiveram resultados bastante positivos e mais afluência de público.

Dados preliminares de um estudo encomendado pelo Ministério da Cultura e divulgado no ano passado estimavam que o sector do livro, em Portugal, tinha atingido de 381 milhões de euros em 2005.

De acordo com o mesmo Inquérito ao Sector do Livro realizado pelo Observatório das Actividades Culturais (OAC) a percentagem da presença do livro na indústria transformadora ascende a 0,5 por cento no país, situando-se dentro da média europeia.


Fonte: Ípsilon