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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
A gripe A e a biblioteca

As possíveis repercussões do surto de Gripe A - 2009 nas escolas e famílias, nomeadamente o absentismo, em maior ou menor dimensão, de professores, alunos e funcionários, implicam a elaboração de um Plano de Contingência por parte dos estabelecimentos de ensino, através do qual possam responder adequadamente às diferentes fases da pandemia, prevenindo e minorando os seus efeitos sobre as actividades escolares.
É fundamental que o Plano de Contingência da escola/agrupamento defina claramente o papel da biblioteca e as acções a realizar, quer em termos de informação e prevenção, quer na promoção de actividades pedagógicas a desenvolver em situação de crise, com relevo para actividades a distância, tanto mais que de acordo com as orientações da Direcção Geral da Saúde (DGS) para as escolas «É de equacionar a possibilidade de utilização do teletrabalho».
É fundamental que o Plano de Contingência da escola/agrupamento defina claramente o papel da biblioteca e as acções a realizar, quer em termos de informação e prevenção, quer na promoção de actividades pedagógicas a desenvolver em situação de crise, com relevo para actividades a distância, tanto mais que de acordo com as orientações da Direcção Geral da Saúde (DGS) para as escolas «É de equacionar a possibilidade de utilização do teletrabalho».
Documentos disponíveis em: www.rbe.min-edu.pt/np4/97
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Venda de livros, em Portugal, continua a bom ritmo
A compra de livros em Portugal manteve-se estável no primeiro semestre de 2009, apesar da crise económica mundial e de "alguma contenção inicial na edição", segundo a avaliação da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
Rui Beja, presidente da APEL, entidade que representa mais de 200 associados, referiu à Agência Lusa que "nos primeiros meses do ano, as vendas foram até superiores às do ano passado na maioria" das livrarias.
"Não se pode dizer que a crise global tenha afectado o sector do livro. Neste sector vive-se uma situação anormal", comentou o responsável pela instituição mais representativa nesta área, a nível nacional.

"Há editores que [por causa da crise económica do país] decidiram fazer alguma contenção inicial na quantidade de títulos a publicar, para ver como as coisas corriam, e depois voltaram ao nível habitual. Mas quase a generalidade manteve os mesmos níveis", indicou o responsável.
Rui Beja estima que o número de títulos editados em Portugal até ao fim de 2009 deverá situar-se entre 12 a 14 mil, "como tem acontecido nos últimos anos".
As explicações para este cenário, segundo Rui Beja, estão nas características e comportamento próprio do sector do livro: "as flutuações no sector não têm uma relação directa com uma crise económica. Normalmente têm mais a ver com os títulos que se publicam e com os autores", salienta.
Os períodos em que se vendem mais livros em Portugal são os meses de Verão, no Natal e nas feiras do livro de Lisboa e do Porto, que, recordou o responsável, obtiveram resultados bastante positivos e mais afluência de público.
Dados preliminares de um estudo encomendado pelo Ministério da Cultura e divulgado no ano passado estimavam que o sector do livro, em Portugal, tinha atingido de 381 milhões de euros em 2005.
De acordo com o mesmo Inquérito ao Sector do Livro realizado pelo Observatório das Actividades Culturais (OAC) a percentagem da presença do livro na indústria transformadora ascende a 0,5 por cento no país, situando-se dentro da média europeia.
Rui Beja, presidente da APEL, entidade que representa mais de 200 associados, referiu à Agência Lusa que "nos primeiros meses do ano, as vendas foram até superiores às do ano passado na maioria" das livrarias.
"Não se pode dizer que a crise global tenha afectado o sector do livro. Neste sector vive-se uma situação anormal", comentou o responsável pela instituição mais representativa nesta área, a nível nacional.

"Há editores que [por causa da crise económica do país] decidiram fazer alguma contenção inicial na quantidade de títulos a publicar, para ver como as coisas corriam, e depois voltaram ao nível habitual. Mas quase a generalidade manteve os mesmos níveis", indicou o responsável.
Rui Beja estima que o número de títulos editados em Portugal até ao fim de 2009 deverá situar-se entre 12 a 14 mil, "como tem acontecido nos últimos anos".
As explicações para este cenário, segundo Rui Beja, estão nas características e comportamento próprio do sector do livro: "as flutuações no sector não têm uma relação directa com uma crise económica. Normalmente têm mais a ver com os títulos que se publicam e com os autores", salienta.
Os períodos em que se vendem mais livros em Portugal são os meses de Verão, no Natal e nas feiras do livro de Lisboa e do Porto, que, recordou o responsável, obtiveram resultados bastante positivos e mais afluência de público.
Dados preliminares de um estudo encomendado pelo Ministério da Cultura e divulgado no ano passado estimavam que o sector do livro, em Portugal, tinha atingido de 381 milhões de euros em 2005.
De acordo com o mesmo Inquérito ao Sector do Livro realizado pelo Observatório das Actividades Culturais (OAC) a percentagem da presença do livro na indústria transformadora ascende a 0,5 por cento no país, situando-se dentro da média europeia.
Fonte: Ípsilon
terça-feira, 4 de agosto de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Leitura em plena praça D. Maria II
De 1 a 17 de Julho (segunda a sexta), das 14h.00 às 17h.00, a biblioteca itinerante “Bibliomóvel” estará estacionada, em plena Praça D. Maria II, oferecendo, a quem lá passe, uma diversidade de leitura e de actividades de animação complementares.Pretende-se, com esta extensão da Biblioteca Municipal, criar um espaço de leitura diferente do tradicional. Esta biblioteca não será mais do que uma grande estante de livros em plena praça para usufruto dos transeuntes.
Público-alvo geral
Local Praça D. Maria II
Horário 14h.00 às 17h.00
quinta-feira, 2 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
Ecos do Fórum
O Fórum RBE foi um sucesso e isto fica a dever-se ao trabalho dos imensos profissionais que, ao longo de treze anos, deram o seu melhor para que este dia fosse uma realidade. Fui um dos privilegiados deste momento único nesta caminhada. Passemos em revista o dia do Fórum:Dia: 26 de Junho
Local: FIL - Parque das Nações - Lisboa
Participantes: Cerca de 1.500 - todos aqueles que trabalham directa ou indirectamente com as BE's.
Primeiro momento: A Drª Teresa Calçada, a arquitecta RBE, abriu o Fórum fazendo uma retrospectiva dos treze anos de vida. A seguir fala um dos fundadores deste programa Marçal Grilo, ministro em 1996. Depois a actual Ministra da Educação fez um discurso de circunstância.
Segundo momento: Uma mesa redonda sobre o presente e o futuro das bibliotecas escolares, incluindo cinco vozes ligadas ao projecto: Carlos Pinheiro, professor coordenador de uma biblioteca escolar em Sintra; Elsa Conde, coordenadora interconcelhia vinda do Sul; Vera Silva, bibliotecária municipal do Seixal; Manuela Barreto Nunes, professora universitária e investigadora, vinda do Norte; e Ana Bela Martins, membro do Gabinete Coordenador da Rede.
Terceiro momento: O almoço permitiu retemperar as energias necessárias e o convivio e troca de ideias entre os participantes.
Quarto momento: António Firmino da Costa (professor do ISCTE, especialista em avaliação)apresentou as conclusões da avaliação externa sobre o programa da RBE. Fez, num trabalho apurado, a avaliação do programa e mostrou que vale a pena continuar atrabalhar e definiu 2009 como o início de uma nova fase para a Rede, para o papel essencial nas aprendizagens das bibliotecas escolares e dos seus profissionais.
Destacou três factores do sucesso da RBE:
1. a visão de 1996, que mantém actualidade;
2. a liderança, incluindo a acção determinante de Teresa Calçada ao longo dos 13 anos;
3. o suporte político-insititucional, indispensável, incluindo investimento financeiro (40 milhões de Euros em 13 anos).
José Luís Ramos, professor da Universidade de Évora, falou-nos sobre o Plano Tecnológico da Educação.
Isabel Alçada, Comissária do Plano Nacional de Leitura (PNL), e que coordenou o grupo que produziu em 1996 um Relatório oficial com recomendações para a criação do Programa. A escritora centrou o seu discurso focalizando a grande obreira do programa Teresa Calçada.
Quinto Momento: assistimos uma comunicação de grande interesse sobre As práticas de leitura dos nativos digitais, por Daniel Cassany, da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona.
Sexto momento: a música encerrou em beleza este dia que eternizará as nossas memórias e os responsáveis foram as vozes e os instrumentos do Coro da Universidade de Lisboa.
Notícias acerca do evento:
Diário de Notícias: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1277483
Correio do Minho: http://www.correiodominho.pt/noticias.php?id=10166
Jornal de Notícias http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1273756
terça-feira, 23 de junho de 2009
A importância do professor bibliotecário
Teresa Calçada, Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, fala da indispensabilidade de professores bibliotecários para o "bom uso e governo" das bibliotecas escolares. Salienta a importância de equipas qualificadas - professores e funcionários - para ensinar os alunos a utilizar com gosto e eficiência a biblioteca.
Fonte: Blogue RBE
13 anos RBE em números
Até ao presente ano lectivo, os professores coordenadores de BE dos 2º e 3º ciclos e do ensino secundário, dispunham de 8h ou 11h para a actividade de coordenação, ou ainda de 35h no caso dos 500 coordenadores a tempo inteiro em funções em 2007-2008.De acordo com dados do Gabinete RBE, em Fevereiro de 2007, a média de horas atribuídas para o desempenho das funções de coordenação da BE, era a seguinte:
A partir de 2009-2010, a Portaria sobre o Professor Bibliotecário alterará radicalmente este quadro, pois todos os Agrupamentos/Escolas não agrupadas, cujo número de alunos não seja inferior a 400, passam a dispor de professor bibliotecário a tempo inteiro.
Outros elementos sobre os coordenadores retirados da Base de Dados RBE, criada em 2007/08, ajudam-nos a conhecer o perfil dos eventuais candidatos a professores bibliotecários:
84% são professores do quadro da Escola
41% são professores titulares
Têm uma média de 5 anos de experiência em BE e de 3,6 anos de experiência de coordenação da BE da escola onde se encontram.
Fonte: Blogue RBE
quinta-feira, 18 de junho de 2009
A Aventura dos Descobrimentos - em formato digital

O Centro Virtual Camões disponibiliza uma nova colecção de livros em formato digital que se podem «folhear», ler e ouvir no ecrã de um computador. Um total de 12 volumes que abrangem as principais etapas dos descobrimentos portugueses, de Ceuta ao Japão,
ilustrados por André Letria e com música de José Afonso. Disponíveis em:
http://cvc.instituto-camoes.pt/aprender-portugues/a-ler/a-aventura-dos-descobrimentos.html
terça-feira, 9 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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